17/02/2017

Secretaria e ABSOLAR discutem expansão de energias renováveis no Estado de São Paulo

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Secretaria de Energia e Mineração

Ações conjuntas estão sendo estruturadas para viabilizar a ampliação do uso de energia fotovoltaica em geração distribuída no Estado Nesta sexta-feira, 17 de fevereiro, o secretário de Energia e Mineração, João Carlos Meirelles, recebeu na sede da Secretaria, o presidente da ABSOLAR – Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica, Rodrigo Sauaia, para tratar de ações que serão desenvolvidas em conjunto para viabilizar a expansão do uso de energia fotovoltaica em geração distribuída nos ambientes empresariais do Estado de São Paulo.

“São Paulo quer ampliar a presença de energias renováveis em sua matriz energética e a fonte solar fotovoltaica tem um enorme potencial de crescimento. Em 2016, o número de instalações fotovoltaicas cresceu 628% em São Paulo e queremos dar prosseguimento a essa expansão”, afirmou o secretário de Energia e Mineração, João Carlos Meirelles.

Durante o encontro foram debatidas as possibilidades de ações que viabilizam projetos de geração distribuída em energia solar fotovoltaica, previsto no Plano Paulista de Energias Renováveis, desenvolvido pela Secretaria de Energia e Mineração de São Paulo.
 

Também foram tratadas as questões relacionadas à formação de mão-de-obra, divulgação da importância do uso deste tipo de energia que incluam outras associações empresariais no processo e formas de financiamento dos projetos, além da possibilidade de desoneração de impostos.

Outros encontros estão previstos com agências de fomento e associações empresarias do Estado.

Também participaram do encontro o secretário-adjunto de Energia e Mineração, Ricardo Toledo, o chefe de gabinete da Secretaria, Marco Antonio Castello Branco e o subsecretário de Energias Renováveis, Antonio Celso de Abreu Junior.

Energia fotovoltaica em São Paulo

São Paulo vem ampliando sua importância na geração de energia fotovoltaica. A primeira usina do Estado é a de Tanquinho, no município de Campinas, com potência de 1.082 quilowatts-pico (KWp) e capacidade de gerar 1,6 GWh por ano. A segunda usina fotovoltaica está na Universidade de São Paulo – USP, na capital paulista.

O Estado também conta com empreendimentos que estão sendo instalados em Dracena e Guaimbê com potência de 270 MWp. Existem ainda em São Paulo, conectados ao sistema, 1.388 empreendimentos de micro e mini geração distribuída solarimétrica, com capacidade instalada de 7.037 kW.
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